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A decisão representa um avanço relevante para o setor, diz Romeu Braga Neto, CEO da Rev³ Incorporadora
Assessoria de imprensa
30 de março de 2026
São Paulo, março de 2026 – A ampliação das faixas de renda e dos valores máximos de imóveis do Minha Casa Minha Vida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Curador do FGTS nesta segunda-feira (24). A medida reforça o papel do programa como um dos principais motores do mercado imobiliário brasileiro e deve ampliar significativamente o acesso à casa própria no país. A expectativa do setor é que as mudanças possam incluir cerca de 6,3 milhões de brasileiros no programa, ampliando o universo de famílias aptas ao financiamento habitacional.
Além da atualização dos limites de renda, a medida também prevê ajustes nos valores máximos dos imóveis enquadrados nas diferentes faixas do programa — combinação que tende a aumentar tanto o número de compradores elegíveis quanto a oferta de empreendimentos compatíveis com as regras.
Para Romeu Braga Neto, sócio-fundador e CEO da Rev³ Incorporadora, incorporadora especializada em moradia popular em São Paulo, a decisão representa um avanço relevante para o setor. “Não se trata apenas de aumentar a renda das faixas. Também há a atualização dos valores máximos dos imóveis. Essa combinação permite que mais famílias e mais empreendimentos passem a se enquadrar no programa, ampliando o alcance do Minha Casa Minha Vida”, afirma.
Segundo o executivo, o impacto da medida deve ser positivo em toda a cadeia do mercado imobiliário. “Pode parecer que aumentar o teto do valor do imóvel encarece o programa, mas, na prática, isso amplia a oferta de unidades elegíveis e o número de compradores possíveis. É um ganha-ganha: mais pessoas conseguem acessar o financiamento e o mercado ganha escala para produzir moradia”, diz.
Em um cenário de juros elevados e crédito mais restrito, a ampliação do programa também tende a funcionar como um estímulo importante para a atividade econômica do setor. “É uma decisão que injeta energia no mercado imobiliário. O setor responde com lançamento de projetos, geração de empregos e movimentação da economia, mesmo em um cenário de juros elevados”, completa Braga Neto.
Nos últimos anos, o Minha Casa Minha Vida se consolidou como um dos principais vetores do segmento de habitação econômica no Brasil, respondendo por uma parcela relevante dos lançamentos e vendas de imóveis no país.
Mais sobre a REV3
Com 10 anos de atuação, a REV3 é uma incorporadora que desenvolve empreendimentos residenciais com foco na democratização da moradia de qualidade e na integração com a mobilidade urbana e o entorno. Ao longo de sua trajetória, já lançou mais de 5 mil unidades, entregou mais de 3 mil moradias e soma mais de 250 mil m² de área construída, totalizando mais de R$ 1,5 bilhão em VGV.
Os sócios da incorporadora possuem mais de 30 anos de experiência no mercado imobiliário e financeiro, estruturando projetos que consideram as características de cada região e a conexão com a comunidade local, sempre com visão estratégica e foco em eficiência, qualidade e impacto urbano positivo. Mais informações em https://rev3.com.br/
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