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Depois da Europa, conceito de floresta vertical chega ao Brasil em projeto de 26 unidades em SC

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Primeiro edifício-árvore do Brasil será construído em Balneário Camboriú, cidade catarinense conhecida pelo skyline repleto de arranha-céus e por registrar um dos metros quadrados mais valorizados do país. O Auris Residenze, do Fischer Group, prevê redução de até 42% na demanda por ar-condicionado a partir do desenho da fachada com jardineiras estruturais e brises, além de economia estimada de até 52% no consumo de água com reuso de águas cinzas e pluviais. A proposta inclui ainda diminuição de cerca de 26% no consumo total de energia.

 

Assessoria de imprensa

02 de abril de 2026

Março, 2026 - O conceito de edifícios com vegetação incorporada à fachada ganhou escala na Europa na última década e passou a influenciar projetos em diferentes países. O caso mais conhecido é o Bosco Verticale, em Milão, na Itália, que levou centenas de árvores para varandas estruturais e transformou o prédio em referência internacional de arquitetura urbana com impacto ambiental mensurável. Na França, a Tour Elithis Danube foi concebida como edifício residencial de energia positiva, produzindo mais energia do que consome. A lógica por trás desses projetos deixou de ser apenas estética. A vegetação passou a desempenhar função térmica, ambiental e econômica. 

No Brasil, a principal referência desse modelo está em Balneário Camboriú, cidade marcada pela verticalização intensa e por um dos metros quadrados mais valorizados do país. Conhecida pelo skyline dominado por arranha-céus, a cidade receberá o Auris Residenze, empreendimento do Fischer Group, primeiro edifício-árvore do país. Com apenas 26 apartamentos exclusivos, o residencial incorpora jardineiras estruturais à própria fachada, instaladas entre o concreto e as áreas internas. A vegetação não cumpre apenas a função ornamental, ela faz parte do desenho técnico do edifício, criando jardins suspensos permanentes que interferem no comportamento térmico da construção e definem sua identidade visual. 

Segundo dados técnicos apresentados pela incorporadora, a configuração da fachada pode reduzir em até 42% a necessidade de ar-condicionado ao atuar como barreira natural contra a incidência solar direta. O projeto também prevê reaproveitamento de águas cinzas e pluviais, com estimativa de redução de até 52% no consumo hídrico, além de sistema de filtragem e renovação de ar, sensores de CO₂ inclusive nas áreas de garagem e purificadores de água distribuídos nas áreas comuns.

O edifício foi concebido para atender padrões internacionais como WELL Building Standard e LEED. O projeto é assinado pelo renomado arquiteto italiano Marco Casamonti, fundador do escritório Archea Associati, responsável por obras na Europa e na Ásia. A proposta parte do princípio de que a vegetação não deve funcionar como elemento decorativo, mas como componente estrutural permanente da edificação, integrada à fachada e ao desempenho térmico do prédio.

“Quando observamos Balneário Camboriú, percebemos uma cidade muito vertical e muito próxima do mar, mas com pouca relação direta entre arquitetura e natureza. Nosso objetivo não era adicionar verde como ornamento, e sim integrá-lo à estrutura do edifício. A vegetação faz parte do desempenho térmico da fachada e da forma como o prédio responde ao clima. Não é um gesto estético, é uma decisão técnica. Hoje a sustentabilidade não pode ser tratada como discurso. Ela precisa estar no desenho estrutural do edifício. No Auris, a vegetação participa da solução construtiva, influencia o conforto térmico e reduz a demanda energética. É uma arquitetura pensada a partir do clima e da cidade”, afirma Marco Casamonti, fundador da Archea Associati.

A decisão de integrar vegetação à estrutura do edifício também dialoga com uma mudança no comportamento do comprador de alto padrão. Em um mercado historicamente orientado por altura e ostentação, eficiência energética, qualidade ambiental interna e custo operacional começam a pesar na equação de valor, especialmente em cidades com território limitado e forte presença de investidores patrimoniais.

“Balneário Camboriú construiu sua imagem a partir da verticalização e da valorização imobiliária. Agora é o momento de discutir como esses edifícios se relacionam com o clima e com a cidade. O Auris não foi pensado para ser o mais alto, mas para oferecer desempenho, conforto e permanência de valor no longo prazo. Acreditamos que o novo luxo está ligado a eficiência e qualidade de vida”, afirma Cláudio Fischer, CEO do Fischer Group.

Sobre o Fischer Group

Focado em projetos ousados e visão empreendedora marcada por gerações, a história do Fischer Group tem relação direta com o desenvolvimento da cidade catarinense de Balneário Camboriú, e iniciou na década de 50 com a inauguração do primeiro hotel de luxo da cidade, o Hotel Fischer, um marco para hotelaria local e nacional na época e que recebeu grandes personalidades públicas e celebridades. A marca Fischer seguiu em renovação e, por meio de especializações e estudos intensos no Brasil e no exterior, trouxe na terceira e na quarta geração, a missão de propagar o “novo luxo” diretamente relacionado à qualidade de vida.  Por meio de parcerias com grandes marcas da construção civil, executou empreendimentos diferenciados e de alto padrão como o Terraço Boa Vista e o Fischer Dreams, que está sendo erguido no mesmo local do antigo hotel, além de estar desenvolvendo projetos como o Casa Cubo e o Casa Estaleiro. Auris Residenze entra no mercado como uma  “obra-prima da arquitetura viva" e consolida ainda mais o Fischer Group no mercado de empreendimentos ao estilo “boutique”. 

https://aurisresidenze.com/
https://www.fischergroup.com.br/

 

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